Uma das regras da alimentação saudável é realizar entre cinco e seis refeições ao longo do dia, contendo pequeno volume de alimento. Mas afinal, qual o benefício que esse maior fracionamento de refeições proporciona?
Os estudos que mostram os efeitos fisiológicos da freqüência de refeições durante o dia ainda é um pouco limitado.
Sabemos que a quantidade e o tipo de calorias consumidas, juntamente com a frequência alimentar, é fortemente influenciada pela sociologia e fatores culturais. Algumas evidências recentes sugerem que a freqüência com que se come também pode ser, influenciada geneticamente.
Recentemente (2011) a ISSN publicou uma revisão tratando deste assunto. Nos diversos estudos revisados, a publicação que saiu neste ano, afirmou que:
1. Aumentar a frequência das refeições não parece modificar favoravelmente a composição corporal em populações sedentárias (poucos estudos em atletas).
2. Se os níveis de proteína forem adequados, aumentando a frequência das refeições durante os períodos de dieta hipocalórica, a massa magra em atletas é mantida.
3. Maior frequência das refeições parece ter um efeito positivo sobre vários marcadores, particularmente LDL colesterol, colesterol total e insulina.
4. Maior frequência das refeições não parece melhorar significativamente a termogênese induzida pela dieta.
2. Se os níveis de proteína forem adequados, aumentando a frequência das refeições durante os períodos de dieta hipocalórica, a massa magra em atletas é mantida.
3. Maior frequência das refeições parece ter um efeito positivo sobre vários marcadores, particularmente LDL colesterol, colesterol total e insulina.
4. Maior frequência das refeições não parece melhorar significativamente a termogênese induzida pela dieta.
5. Aumentar a frequência das refeições parece ajudar a diminuir a fome e melhorar o controle do apetite.
Dra. Viviane Cacioli
Fonte: BOUNTY, B.M.L. International Society of Sports Nutrition position: meal frequency. Journal of the International Society of Sports Nutrition 2011, 8:4
