sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Whey protein: aumento de força e explosão muscular

Os suplementos proteicos são os suplementos alimentares mais comercializados entre praticantes de atividade física e atletas em busca de um melhor desempenho, que correspondem a um gasto de anual de bilhões de dólares. Entre eles, temos o whey protein, que contém proteínas do soro do leite, com cerca de 100 a 160 aminoácidos, ricas em vitaminas e minerais.
Um estudo realizado com 40 estudantes não treinados do sexo masculino da universidade de Guilan, examinou o efeito da suplementação de whey protein na potência muscular explosiva e o comportamento hormonal durante um treinamento de resistência de 8 semanas. Os participantes foram divididos em dois grupos: o grupo suplementado com whey protein (1,8g por kg de peso/dia), e o grupo placebo.

Os pesquisadores observaram um aumento da força e do peso corporal nos atletas do grupo suplementado com whey protein, resultado semelhante ao de outros estudos. Os autores acreditam que a suplementação de proteína pode estimular a síntese de proteína muscular neutralizando os efeitos da degradação muscular após exercício de resistência. Assim, há um maior estímulo para o crescimento muscular e a recuperação, o que resulta em um maior ganho de força
 O grupo Whey protein também apresentou maiores valores de testosterona quando comparado ao grupo placebo, que é um hormônio anabólico que contribui para o crescimento muscular. Quanto aos valores de cortisol, o grupo placebo obteve os maiores valores. Sendo o cortisol um hormônio relacionado ao estresse, o grupo Whey protein foi novamente o que demonstrou melhores resultados. Enfim, os autores concluíram que a suplementação com whey protein aumenta a força e a explosão muscular.

Amanda Cardoso
E equipe de nutrição

Fonte: Hamid Arazi, Mehdi Hakimi, Kako Hoseini. Efeitos da suplementação de whey protein na performance e adaptações hormonais seguidas de treino de resistencia em homens principiantes. Baltic Journal of  health and physical activity, v.3, n.2, p.87-95, 2011.

Nenhum comentário:

Postar um comentário