Uma das regras da
alimentação saudável é realizar entre cinco e seis refeições ao longo do dia,
contendo pequeno volume de alimento. Mas afinal, qual o benefício que esse
maior fracionamento de refeições proporciona?
Os estudos
que mostram os efeitos fisiológicos da frequência de refeições durante o dia
ainda é um pouco limitado.
Sabemos que a
quantidade e o tipo de calorias consumidas, juntamente com a frequência
alimentar, é fortemente influenciada pela sociologia e fatores culturais.
Algumas evidências recentes sugerem que a frequência com que se come também
pode ser, influenciada geneticamente.
Recentemente a ISSN
publicou uma revisão tratando deste assunto. Nos diversos estudos revisados
afirmou que:
1. Aumentar a
frequência das refeições não parece modificar favoravelmente a composição
corporal em populações sedentárias (poucos estudos em atletas).
2. Se os níveis de
proteína forem adequados, aumentando a frequência das refeições durante os
períodos de dieta hipocalórica, a massa magra em atletas é mantida.
3. Maior
frequência das refeições parece ter um efeito positivo sobre vários marcadores,
particularmente LDL colesterol, colesterol total e insulina.
4. Maior
frequência das refeições não parece melhorar significativamente a termogênese
induzida pela dieta.
5. Aumentar a
frequência das refeições parece ajudar a diminuir a fome e melhorar o controle
do apetite.
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